Noite Africana no Bartô do Chapitô – Domingo 9 *23:00 – Entrada livre!

02 DOM NOV 23.00h
entrada livre
( Cabo-Verde)


CONCERTO NHÓ EUGÉNIO, O MESTRE DA CIMBOA
BATUCADEIRAS DE CABO-VERDE
AFRO-BAILE CELESTE MARIPOSA

CONCERTO NHÓ EUGÉNIO, O MESTRE DA CIMBOA
O especialista da cimboa, é uma autoridade de Chão de Junco, uma das localidades do interior do Tarrafal de Santiago. A cimboa é um instrumento musical originário de Cabo Verde. Trata-se de um cordofone friccionado que era tradicionalmente utilizado para acompanhar as danças de batuque. O uso deste instrumento é considerado extinto, sendo Nhó Eugénio uma das três pessoas no mundo que ainda tocam este instrumento. Este concerto é um acontecimento ímpar na música lusófona e na história da musicologia.

BATUCADEIRAS DE CABO-VERDE
Característico da ilha de Santiago – Cabo Verde, o Batuque é a mais antiga manifestação cultural de Cabo Verde.
Reprimido e proibido durante a colonização, por ser considerado ofensivo da boa moral, o batuque oferece-nos um prisma único por onde se filtra a própria História de Cabo Verde.

CELESTE MARIPOSA
Portugal, Angola,Guiné, Moçambique, S. Tomé ou Cabo-Verde como território mestiço
intermédio/equivalente. É uma celebração assumida do nosso Afro-Baile
suado, que brota no meio das pessoas que bailam livres. “Tanta pressa
em abrir os ouvidos para o exterior. Neste caso, a galinha da vizinha
põe menos ovos.”
– Libertação?
Isso mesmo. E sem espinhas.

Presidente Drógado e Marciana Verde no Sons da Liberdade

Concerto sexta-feira, 24 com Presidente Drogado & Marciana Verde no Vox Café, 23:00

Presidente Drógado

Cantautor das aventuras e desventuras dos Dom Quixote de todos os Casais Ventosos, bom rapaz tóxico, herói do subúrbio, cliente habitual de todos os pátios, vilas e bairros operários decadentes de Lisboa.

É representante da geração nascida na periferia dos anos 60 e 70, imbuído da cultura portuguesa habituada a conviver com tudo o que Abril libertou e deu a conhecer.

Sofrendo de tudo o que a sociedade lhe imputa, a personagem à qual Filipe Leote dá voz e alma tecendo profundas reflexões e vestindo uma indumentária social com sotaque alfacinha e extremo bom humor.

Poderíamos forçar colocar Presidente Drogado ao lado de Ocaso Épico, Ena pá 2000 ou Cebola Mol, porém a personagem de Filipe Leote é muito mais do que um fenómeno exótico ampliado pela comunicação social, que não é, mas sim campo onde o autor cria histórias/tangas com humor activo, com crítica e conteúdo social, fruto das suas reflexões políticas, explorações musicais (Liriscumbrus, Kromleqs, Traumático Desmame, Come-se a pele?) e literárias, com tudo ao contrário.

Marciana Verde

Rita B. colabora com Filipe Leote desde 2007, primeiro como Nossa Senhora e depois como Marciana Verde (Green Martian Lady). Apresenta-se em palco assessorando o Presidente na voz, guitarra, ukelele, sintetizadores e warp-phasers infra-beep.

Tendo assistido ao eclodir de muitas civilizações pelo universo fora, é no planeta Terra que decide amiúde fixar-se sob o comando do nosso querido Presidente, um dos sítios musicais onde se sente em pleno fora da sua homeland cantautor.

Apresenta-se em nome próprio numa carreira impecável e conta no seu repertório com provavelmente das mais lindas melodias que temos ouvido na cena pop-rock actual.

Sons da Liberdade * Blaze & The Stars

Fotografias de PPR do concerto de Tiago Gomes e Blaze & The Stars no Sons da Liberdade no Vox Café na Graça.
Clique na imagem para avançar.

Sons da Liberdade * Jorge Rivotti e Ahí Namá * fotografia por Sílvia Brites

Concerto de Jorge Rivotti e Ahí Namá no Sons da Liberdade, Vox Café na Graça.

Fotografia por Sílvia Brites, clique na imagem para avançar.

Sons da Liberdade * Frente Popular

Fotografias do concerto de Frente Popular no Sons da Liberdade no Vox Café n’A Voz do Operário.

Fotografia por PPR, clique na imagem para avançar.

Agradecimento na 6ª edição do Sons da Liberdade

Caros libertinos sonoros,

Queremos dirigir um abraço forte a Jorge Rivotti, a AHÍ NAMÁ, ao público e ao Vox Café n’A Voz do Operário, pelo excelente ambiente que se criou ontem na Voz Operário Graça.

Nesta primeira edição do Sons da Liberdade com 7 concertos duplos, o sétimo concerto fecha este ciclo de 2014 já na próxima sexta-feira!

Para Novembro temos no mesmo sítio, sextas às 23:00, Maria João Fura, Nilson Muniz, A Besta com Deslize e Pakita Pouco.

Registem-se na newsletter em arquitecturadoruido.com para receberem informação e convites.

Grande abraço, PPR

Sons da Liberdade * Inmyths e Come-se a Pele? * Fotografia por Sílvia Brites

Aqui ficam as imagens do concerto de 10 de Outubro com Inmyths e Come-se a Pele?.
Fotografia por Sílvia Brites.


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Sons da Liberdade * Tiago Gomes e Blaze & The Stars * fotografia por Sílvia Brites

Concerto de Tiago Gomes e Blaze & The Stars, Fernando Ramalho, João Zagalo e Tiago Zagalo. Fotografia por Sílvia Brites.


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Jorge Rivotti e Ahí Namá ao vivo no Sons da Liberdade

Caros Libertinos Sonoros,

Estamos a caminho da sexta edição do Sons da Liberdade, dia 17 de Outubro, próxima sexta-feira.

Na presente edição contamos com Jorge Rivotti, cantautor especialista em descomprimir. O concerto do músico, artista plástico e professor, é na “verdade” um desconcerto, dada a capacidade de empatia e comunicação com o público que corresponde derretido. Dá-se um loop de paz e amor, como uma cascata de boas vibrações com traços da música tradicional e popular portuguesa psicadélica com espírito rock’n’roll. Tudo fruto da sua arte, na composição, arranjo e escrita. “Canções de Amor Pintadas de Amarelo” foi o trabalho que escolheu dar-nos a conhecer no programa de rádio Arquitectura do Ruído na Rádio Zero, marco da sua carreira riquíssima em colaborações, participações, concertos, rádio/televisão… Ouvinte atento de muita música é detentor de uma cultura musical muito extensa, actuando neste projecto em nome próprio como espaço de experimentação da canção.

Ahí Namá é expressão popular e celebração da música tradicional cubana em Lisboa. O projecto chegou-nos através de Jorge Valadas e o repertório faz jus ao que de melhor musicalmente conhecemos da ilha caribenha, propondo um alinhamento recheado de temas tradicionais e menos conhecidos do Caribe. No Vox Café n’A Voz do Operário estarão a alma cubana da havanesa Betty (Beatríz Días), música de formação, bailarina, professora e mais recentemente assumida artista plástica, autora da ilustração que dá corpo ao cartaz do concerto; a voz, guitarra e tres, guitarra cubana, do luandense Ricardo Gouveia; e a percussão do lisboeta Jorge Valadas, todos músicos do mundo na cosmopolita grande Lisboa.
Características do projecto são a qualidade dos músicos, a alma e expressividade da interpretação e o insólito das Caraíbas.

Na reunião de preparação do concerto em casa de Rivotti, lançada e aceite uma proposta, a voz de Betty foi uma surpresa, mesmo sem aquecimento vocal. Com Valadas a fazer percussão com as mãos, a cantora guitarrista e Rivotti conheceram-se a tocar, fixando logo ali ideias.

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Por perto há sempre lugar para deixar o carro, seja na rua da Voz, seja no Campo de Santa Clara, e mais à frente em Sapadores, há a rede da madrugada de autocarros para toda a cidade.

Sexta-feira preparámos uma noite especial de colaboração entre artistas e expressões musicais e esperamos contar convosco/consigo/contigo entre o público do Sons da Liberdade!

Abraço ruidoso,
PPR

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Registo de Come-se a pele? ao vivo no Sons da Liberdade

Caros Libertinos Sonoros,

Queremos agradecer a todos os que fizeram do concerto de Inmyths e Come-se a pele? uma noite inesquecível! Músicos, convidada, público, entusiastas e Vox Café.

Deixamos um cumprimento a Maria João Fura por ter aceite o convite para se apresentar no palco trazendo sons inéditos do seu primeiro trabalho, ainda sem nome, e a produção envia um abraço por ter ido a casa buscar um cabo estéreo em condições. Contou-nos como começou a sua aventura cantautor.

Partilhamos o registo de Come-se a pele? como aperitivo para o concerto da próxima semana, Jorge Rivotti e Ahí Namá, cantautor e música tradicional cubana, sempre às sextas, com estacionamento perto e com o PPR para vos conduzir a noite.

Abraço Ruidoso, PPR